Você já ouviu falar em gerascofobia?

O nome é pouco conhecido, mas o sentimento é comum: o medo profundo de envelhecer.⁠

Mais do que uma inquietação com a estética, trata-se de um medo que envolve perda da autonomia, adoecimento, solidão e que pode se transformar em uma fobia real, com crises de ansiedade, pânico, isolamento social e uma busca obsessiva por rejuvenescer, às vezes às custas da própria saúde.⁠
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A origem? Uma cultura que glorifica a juventude, invisibiliza a velhice e trata o passar do tempo como um fracasso pessoal.⁠
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A boa notícia: existe tratamento. A psicoterapia, especialmente a cognitivo-comportamental, ajuda a identificar e ressignificar pensamentos distorcidos sobre o envelhecimento. Em alguns casos, pode ser necessário apoio medicamentoso, sempre com orientação psiquiátrica. E a informação, o apoio social e a consciência crítica também são parte da cura.⁠
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Envelhecer pode, e deve, ser também um caminho de autonomia, reinvenção e potência.⁠
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O que assusta mais: o tempo ou tudo que projetaram sobre o que ele significa?
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Pense nisso. E se fizer sentido, compartilhe com quem já sente o peso dessa cobrança silenciosa.⁠
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Já tinha ouvido falar nesse termo? Conhece alguém que pode estar vivendo isso?

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