A gente lembra bem da primeira vez.

Da conversa estranha no banheiro, do absorvente escondido na mochila, da sensação de vergonha em pensar que a roupa manchou. Essa dor não foi individual.
Mas e o outro marco invisível?

Aquele em que a sociedade começa a nos chamar de “senhora”, a nos olhar diferente, como se nossa potência tivesse prazo de validade.

Ninguém prepara a gente pra esse momento. Ninguém senta do nosso lado e diz: “Agora começa uma nova fase. E ela também é sua.”

Que tal a gente começar a falar sobre isso?

Compartilhe:

Facebook
Twitter
LinkedIn

Últimos conteúdos