
Hoje, com a mesma lucidez com que construiu personagens complexos, ela fala abertamente sobre a importância de ser honesta no processo terapêutico e sobre como esse espaço se tornou essencial para passar por fases difíceis, entender padrões e cuidar da mente com o mesmo respeito que se cuida do corpo.
Em um mundo que ainda trata saúde mental como tabu, especialmente para mulheres maduras, ouvir alguém como Gillian compartilhar essa trajetória é uma lembrança importante: não há fraqueza em pedir ajuda.
Pelo contrário: reconhecer o que precisa de atenção é um ato de força.
Se a terapia já te segurou no pior momento, sua história pode fazer diferença.
Escreve aqui nos comentários. Tem muita mulher precisando saber que não tá sozinha.