Ela nunca planejou ser o centro das atenções, ela só foi livre.

Preta Gil mostrou suas bandeiras sem discurso ensaiado: ser mulher, ser preta, ser bissexual, ser fora do padrão… e ainda assim, inteira.

Enfrentou preconceitos quando a nomenclatura ainda nem existia, mostrou suas cicatrizes quando o mundo pedia retoque, e encarou o câncer com coragem, sem perder a doçura.

Preta incomodava porque era tudo aquilo que ensinaram que a gente não podia ser. E mesmo doente, mesmo atacada, nunca deixou de lutar, por ela, pelas mulheres e por todos.

Você continuará sendo um símbolo de liberdade em um mundo onde insistem em dizer o que uma mulher pode ou não fazer.

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