
Um novo estudo publicado na CurrentBiology mostra que o padrão de respiração nasal de cada pessoa é tão singular quanto uma impressão digital e que ele carrega pistas importantes sobre o funcionamento do cérebro.
A descoberta abre caminho para novas formas de diagnóstico, com base em algo que nos acompanha o tempo todo, mas que pouco paramos para notar.
Ainda é cedo, mas a pergunta já ecoa: será que podemos aprender a respirar de um jeito que mude nossa biologia?
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