Neste Dia do Trabalho, a gente homenageia todas as formas de fazer, cuidar, criar e transformar.

O trabalho que é remunerado. E o que nunca foi reconhecido.

O que sustenta casas, famílias, afetos.

O que começa antes do café da manhã e segue até depois do silêncio da casa.

Celebramos as mulheres que se reinventam, que voltam a estudar, que mudam de rota. Que não se aposentam de si mesmas.

Maturidade também é potência produtiva, mesmo que o mundo ainda insista em ignorar.

Saber que o valor de uma trajetória não cabe num “perfil ideal” é o primeiro passo para se libertar dele.

Porque trabalho não se mede só em salário, cargo ou função. Mas em impacto. Em presença. Em escolha.

Feliz Dia do Trabalho a quem seguiu trabalhando, mesmo quando ninguém viu.

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